Heitor Santana, do MBL, já ameaça figurões da velha política, dizem pesquisas

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Heitor Santana MBL

Mesmo sem usar dinheiro público, Heitor Santana aparece nas pesquisas empatado com políticos de carreira e começa a preocupar candidatos que vêm torrando milhões de reais de dinheiro público em suas campanhas.

O coordenador do Movimento Brasil Livre e candidato a deputado federal pelo Partido Novo, Heitor Santana, surpreendeu nas pesquisa MT-Dados realizada em Várzea Grande,  na baixada Cuiabana, e na pesquisa Gazeta Dados realizada no estado inteiro.

Sem usar um centavo de dinheiro dos fundos partidário e eleitoral, contando apenas com a doação e empenho de apoiadores, Heitor aparece na pesquisa MT Dados empatado em nono lugar com candidatos como o deputado federal Ezequiel Fonseca, que está gastando nada menos que R$ 1.8 MILHÃO em dinheiro público e Neri Geller que recebeu R$ 1.6 MILHÃO em dinheiro público, além de candidaturas como a do Dr. Leonardo (R$ 700 MIL), José Medeiros (R$ 700 MIL), Adauton Tuim (R$ 122 MIL em dinheiro público) e Edna Sampaio (R$ 74 MIL em dinheiro público).

Já na Gazeta Dados, além de já despontar na frente de nomes como Ezequiel, ele ainda empata com o ex-secretário de educação Marco Marrafon, que recebeu mais de R$ 400 MIL reais do fundo partidário.

A pesquisa, publicada pelo site Folha Max, está registrada no TRE sob o número MT- 09559/2018 e a pesquisa Gazeta Dados está registrada no TRE sob o numero MT- 01042/2018.

Ambas acendem a esperança de termos um liberal mato-grossense no congresso nacional – fato que não acontecia desde que Roberto Campos deixou o senado em 1991.

HEITOR SANTANA

Um dos pioneiros do movimento liberal em Mato Grosso, Heitor Santana já atuou em diversos movimentos como o Students For Liberty, o Movimento Brasil Livre e mesmo aqui no ILMT onde é articulista recorrente.

Especializado em Escola Austríaca de economia pelo Instituto Mises Brasil, já conseguiu, além de espalhar as ideias de liberdade, redução de verbas e salários de políticos em diversas cidades do interior, além da abertura de uma CPI contra o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

Heitor também foi um dos líderes das manifestações que levaram ao impeachment da ex-presidente Dilma.

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