quarta-feira, dezembro 8, 2021
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“Não existe almoço de graça”. Xô populismo!

Um dos mais importantes princípios ideológicos do Partido NOVO é acreditar no valor  fundamental das liberdades individuais, incluindo direitos e deveres. Conscientizar brasileiros e brasileiras que os recursos do Estado são e serão sempre oriundos dos impostos que eles pagam. Assim sendo, os serviços públicos ofertados nunca são gratuitos. Devolver ao cidadão todo poder, liberdade e autonomia, ideológica, funcional, que a Carta Magna lhe assegura com o controle e consciente utilização do erário, é uma de nossas bandeiras.

Os indivíduos, brasileiros e brasileiras devem ser os agentes das mudanças e reformas que queremos promover.

Fincados em ideais liberais, nossos fundamentos ideológicos escorraçam o populismo. Defendemos relações que privilegiam a meritocracia. Que estimulam a ideia de que não haverá colheita sem plantio. Que colhemos o que plantamos. “Quem planta chuva colhe tempestade”, diz o sábio e sempre atual adágio popular.

Nascemos livres, podemos construir a história que quisermos. Tenho a convicção de que sou o único responsável pelo meu sucesso ou pelo meu fracasso. Devemos ensinar a pescar jamais dar o peixe.

De outro lado, sabemos que quanto maior for a ignorância de alguém tanto maior será a facilidade de sua alienação.

Alguém disse: “Quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê.”

O texto abaixo, fala da monstruosidade do populismo, de todo mal que ele trás, o que evidencia todo esforço e energia que devemos depreender para aniquilá-lo ou reduzir-lhe o alcance. É uma batalha hercúlea.

Na metade de uma aula, em uma universidade, um dos alunos, inesperadamente perguntou ao professor:
 ‒ O senhor sabe como se capturam os porcos selvagens?

O professor achou que era uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem respondeu que não era uma piada, e com seriedade começou sua dissertação:
 ‒ Para capturar porcos selvagens, primeiro localiza-se um lugar na floresta que os porcos selvagens costumam frequentar, e ali coloca-se  um pouco de milho no chão, diariamente. Assim, os porcos selvagens vêm diariamente para comer o milho “grátis” e, quando se acostumam a vir diariamente, você constrói uma cerca no entorno do local, onde eles se acostumaram a comer, um lado de cada vez… Aí, quando eles se acostumam com a cerca, eles voltam para comer o milho, e você constrói outro lado da cerca…  Eles voltam a acostumar-se e voltam a comer. Você vai construindo a cerca no entorno, pouco a pouco, até instalar os quatro lados do cercado em torno dos porcos. No final, instala uma porta no último lado. Os porcos já estão habituados ao milho fácil e às cercas e assim começam a vir
sozinhos pela entrada. É aí que você fecha o portão e captura a todo o grupo. Simples assim, no passo a passo, até que no último segundo os porcos perdem sua liberdade. Eles começam a correr em círculos dentro da cerca, mas já estão presos. Depois, começam a comer o milho fácil e gratuito. Ficam tão acostumados a isso que esquecem como caçar por si mesmos, e por isso aceitam a escravidão. Mais ainda, mostram-se gratos com os seus captores e, por gerações, vão felizes ao matadouro. E nem desconfiam que a mão que alimenta é a mesma que lhes abate.

O jovem comentou com o professor que era exatamente isso que ele via acontecer no
seu país, no seu estado, em sua cidade, com o seu povo. Governos populistas, em seus projetos ditatoriais, escondidos sob o manto “democrático”, lhes estiveram jogando milho gratuito por tempo suficiente para alcançar a mansidão sistemática.

E cada novo “Governo Salvador” disfarça, em “programas sociais”, suas esmolas, dá dinheiro que tira do bolso do próprio trabalhador, realiza missões, planos, remissão, leis de “proteção”, subsídios para qualquer coisa, expropriações indevidas, programas de “bem-estar social”, festas, feiras ou festivais, uniformes, pão e circo, transporte “grátis”, “G R Á T I S”!

Toda essa”gratuidade” que nos oferecem tais vigaristas, disfarçados de políticos, cheia de felicidade para um povo mal acostumado com as migalhas do milho fácil e “gratuito”, roubam-nos a capacidade de sermos críticos, pensantes e pessoas empreendedoras. No entanto, claro que nada nos saiu “de graça”. Logo, “não existe almoço grátis!

Finalmente, você se dá conta de que toda essa maravilhosa “ajuda” governamental é
um problema que se opõe ao futuro da democracia no nosso país?”

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