O candidato que o mercado financeiro quer

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ponte para o futuro
Será uma ponte para o futuro?

Equilíbrio fiscal, carga tributária reduzida, reformas estruturais pró mercado, entre outros temas voltados para uma diminuição efetiva do Estado encontram-se numa fórmula essencial de viabilizá-los: eleger um Presidente da República verdadeiramente liberal.

Assim chegamos ao pré-candidato João Amoedo, representando os ideais do Partido NOVO no futuro pleito deste ano.

Para o economista Gustavo Franco, precisamos de uma abertura maior para mudanças no sistema econômico brasileiro, de maneira a alavancar nosso potencial de empreendedorismo (com mais de 27 milhões de pessoas querendo crescer nos seus negócios – seja como pessoa física ou jurídica).

Ele, que encarou uma reconstrução monetária (no Plano Real), afirma a necessidade de uma reconstrução fiscal, com menos participação do Estado na economia e maior abertura para o livre comércio.

“O Orçamento é uma das coisas mais básicas, precisamos aprender a respeitá-lo”. Esse é um dos passos sugeridos por Franco, dentre tantos necessários para gerar impulsão na economia, sendo que o maior deles é descentralizar o poder.

O mercado financeiro também deseja um avanço: sair do topo histórico de quase 88 mil pontos, para chegar aos tão sonhados 100 mil pontos (no Índice Bovespa). Essa não é uma tarefa fácil, visto a nossa volatilidade e o fluxo de investidores estrangeiros migrando para renda fixa ou mesmo saindo do mercado brasileiro devido à nossa instabilidade política.

Aliás, o que o mercado busca na política é justamente transparência. E o NOVO, com seus futuros candidatos, deixa bem claro quais são suas intenções, por defender as privatizações – coisa que nenhum outro partido faz devido a divergências internas.

O fato é que estamos passando por um período de baixas por causa da decisão dos EUA em sobretaxar importações de aço e alumínio, sobretudo, criando um “teatro comercial” com a China, para forçar uma maior abertura do mercado chinês – que ficou evidente no lançamento de Futuros do petróleo chinês (desafiando os americanos e europeus).

Passado esse período, o mercado espera a retomada da alta e um cenário interno mais favorável para volta dos investimentos estrangeiros – aumentando o volume negociado na bolsa. Para tanto, tem deixado rastros de para onde deve se inclinar nas eleições deste ano.

Em fevereiro, a InfoMoney (maior portal de notícias sobre mercado financeiro), entrevistou o pré-candidato João Amoedo; e agora, dia 27 de março, o economista Gustavo Franco, ambos citados anteriormente, sendo eles os representantes “maiores” do Partido NOVO.

Isso mostra o interesse em conhecer melhor os posicionamentos deles, e como podem influenciar para o alcance da meta do mercado, pois as propostas liberais tendem a elevar as perspectivas otimistas – consagrando bons investimentos.

Talvez seja impossível prever com exatidão se esse flerte irá se concretizar no futuro (com um casamento de ideias), mas o certo é que a ponte está sendo erguida!

Cabe somente aos brasileiros, empreendedores e investidores, decidirem se irão caminhar para um futuro diferente ou permanecer no passado obsoleto das oligarquias, cujas causas foram tão bem descritas no livro Por que o Brasil é um país atrasado, do autor Luiz Philippe de Orleans e Bragança (que também é filiado do NOVO).

“PESSOAS QUE NÃO SE PREPARAM PARA O FUTURO, DEVEM ACEITAR O QUE VIER”.

Assista as entrevistas feitas pela InfoMoney com João Amoedo e Gustavo Franco pelos links abaixo:
Entrevista do InfoMoney com João Amoêdo
Entrevista do InfoMoney com Gustavo Franco

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