quarta-feira, dezembro 8, 2021
SimSite Agência Digital
InícioArtigosQual é o problema em assassinar homossexuais?

Qual é o problema em assassinar homossexuais?

O atentado em Orlando na boate Pulse é um capítulo triste da nossa história. No entanto, mais uma vez vemos notícias incompletas, jornalistas mal informados e milhares de SJW com seus ridículos “tuitaços” distorcendo questões simples: homicídio é errado, seja de quem for.

Como podemos chegar ao ponto de restringir a discussão sobre um atentado terrorista, em uma boate voltada ao público LGBT, realizado por um fanático islâmico filiado ao Partido Democrata (esquerda nos EUA), ao controle de armas? Sério? É realmente este o problema aqui?

Porque eu estou vendo uma série de outras questões que não estão sendo tratadas e que me parecem muito mais urgentes. Por exemplo, os 50 assassinados e 53 feridos, simplesmente por serem homossexuais.

Hoje, 11 países no mundo ainda condenam à morte pessoas homossexuais. Sim, em 11 países ainda é prática de Estado matar pessoas devido à práticas sexuais consensuais. Dentre eles, os mais intolerantes são Arábia Saudita, Sudão, Somália, Mauritânia e Irã. Adivinhem só, todos com cultura islâmica. Vocês ouviram falar do boicote comercial à estes países? Nem eu. No total, 75 países ainda criminalizam a homossexualidade de alguma forma (Fonte: Quase um terço do mundo vive em países que criminalizam a homossexualidade).

Eu gostei muito do que ele disse sobre o atentado terrorista em Orlando:

https://www.youtube.com/watch?v=jYDPiD8eO4k&feature=youtu.be

O Spotniks fez uma ótima matéria sobre o ódio à homossexuais no mundo, que recomendo fortemente que você leia. É essa aqui: Os 15 países que mais odeiam gays no mundo

A homossexualidade ainda é largamente condenada em diversos outros países, como demonstra esta pesquisa apresentada em matéria da Revista Super Interessante: 10 países mais (e menos) tolerantes quanto à homossexualidade

Para mim esta é a questão principal: matar pessoas que tem uma prática sexual consensual diferente da sua.

Outro problema mais importante que o controle de armas neste fato é o terrorismo em si. Se uma pessoa está disposta a matar 50 outras, acredite, não tem NADA que possa ser escrito em um pedaço de papel que a impedirá. Ainda é proibido matar pessoas, e adivinhe só, isto não impediu o terrorista.

Terceira questão mais importante que o “controle de armas”. O atirador terrorista é filiado ao Partido Democrata, de Hillary Clinton e Bernie Sanders. Ainda assim, há dezenas de manifestações atribuindo a “culpa” pelo atentado à Donald Trump. Dentre os propagadores da cortina de fumaça, temos aqui no Brasil o Coordenador Nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos. Vejamos o que ele disse:

Postagem do Líder do MTST

Vão reduzir o ataque terrorista assassino à dicotomia esquerda x direita?

O “menor” problema parece ser o ataque terrorista à homossexuais. Cadê o discurso contra homofobia? Pois é. Quando a homofobia parte de islâmicos parece haver uma tolerância dos veículos midiáticos e pregadores esquerdistas. Quantas pessoas terão que ser jogadas de prédios para aprendermos que isso não é cultura? É homicídio.

São contra a “cultura do estupro” no Brasil (que não existe), e a favor da cultura islâmica de assassinar pessoas inocentes puramente por terem uma prática sexual. Isso sim é cultura, defendida no Alcorão e repetida por vários de seus líderes, com o silêncio consensual de outros. Duvida? Dá uma olhada nesse vídeo de 2013 do Sheikh Farrokh Sekaleshfar falando que assassinar gays é um “ato de compaixão”. O mesmo Farrokh esteve em Orlando, a mesma cidade onde aconteceu o ato terrorista, há menos de dois meses para falar em um centro islâmico:

Assassinar gays é um “ato de compaixão”.

Agora fica a pergunta. O problema é realmente o controle de armas? De onde eu vejo, se 5% das pessoas daquela boate portassem armas, o resultado desse atentado seria muito diferente, à exemplo do que ocorreu no Texas quanto o mesmo Estado Islâmico tentou um ataque terrorista com 2 atiradores (http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/05/estado-islamico-reivindica-tiroteio-no-texas.html). Não passaram da porta.

Vida, liberdade e propriedade privada são direitos naturais inalienáveis. Não importa sua raça, cor, orientação sexual, idade, gênero.

Se você se preocupa com a violência contra si ou contra os que ama, o que deveria fazer é ter uma arma, fazer cursos e saber usá-la se precisar, e não esperar que todo o resto do mundo seja pacífico. Todos estamos sujeitos a violência. E não podemos contar com o Estado ou o outro para cuidar do problema quando ele ocorrer. Fica a dica de Clint Eastwood:

Clint Eastwood sabe o que diz.

João Victor
Advogado, anarcocapitalista e editor do ILMT. Não necessariamente nesta ordem.
RELATED ARTICLES

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

- Advertisment -
Use Coworking

Most Popular

Recent Comments

TOMAZ DE AQUINO NETO SEGUNDO on A UFMT faliu, é hora de privatizar
Geane Auxiliadora Vicente de Oliveira on Quem tem compromisso com a sociedade Cuiabana?
Heitor Santana on O Cuiabano que inventou a Uber
Mariana Rodrigues on Pelo direito de ser estúpido
Leila Gonçalves on Pelo direito de ser estúpido